Venha até mim, devolva meu coração e vá embora. Não me olhe com aquela carinha de que precisa de mim e também não fale nada. Eu já estou cansada, surrada. De repente eu acordei do erro que você é, mas com vontade de ir até o fim. Se é que existe um fim. Você é um erro tão bom de cometer. Sua pele morena, seus olhos negros junto ao brilho que consigo arrancar deles. É um sinal do seu coração para mim, aquele brilho é como uma voz me dizendo para não desistir ainda de você. E não vou. Você se engana tão fácil, se prende a pessoas erradas e eu sofro. Não posso te ajudar, só posso amar. Amar o que você já foi. Aos poucos vou me despedindo do que há de você em mim. Uma hora ou outra vou ter que seguir em frente. E te deixar. Só que NUNCA duvide, nem meio segundo, do quanto eu te amo e amei. Porque é com você que eu gasto todo o meu amor, toda a minha força e esperança. Mas uma hora vou ter que crescer e seguir a diante. Vou tentar me lembrar de você como algo bom que já passou. Só te digo uma coisa: eu sei que você também lembra de mim, nem que seja por um misero segundo, mas você pensa em mim. Pois no fundo você sabe, que eu fui à única pessoa que te amou pelo que você carrega dentro de ti e não dentro do teu bolso. Eu ainda te amo, mas não sei até quando vou te esperar. Não me liga, venha até aqui e me abrace. Eu gosto da sua voz, mas agora eu preciso do teu silêncio, mas entre meus braços.
sábado, 30 de janeiro de 2010
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quase consigo te ver dizendo isso a ele
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