sábado, 17 de abril de 2010

#SextaFeiraDaDespedida

"Então... Acho que esse é o nosso Adeus". Não, não pode ser verdade, não quero que seja. Pára, volta para mim, entra por essa merda de porta, e senta na merda desse sofá. Conversa comigo, olha no meu olho, segura firme minha mão e, pelo amor de Deus, diz que você também sente por mim, o que eu sinto por você. Senta na mesa da sala de estar, vamos conversar sobre o futuro, como daquela vez. Eu quero te encontrar perdido na panificadora da esquina, eu quero ouvir o teu sotaque, fale que me odeia, mas não fale que vai embora. Não agora. Espero que o seu "Adeus" signifique "Me espera, que eu volto logo", porque o meu significou um "Volte logo, vou estar te esperando". E foi verdadeiro, eu vou estar aqui, neste mesmo lugar, esperando por você...

sábado, 20 de março de 2010

Você estragou todos os meus planos, com o perdão da palavra, fodeu com a minha mente. Sorriu para mim e não me ligou. Tudo bem, eu confesso que queria ouvir sua voz, mais uma vez. Mas, eu não vou estar lá. Você aplicou em mim, o seu melhor. Me conquistou. Mas não me entrego, teus traços serão esquecidos, logo. Você sabe o que está fazendo, você é perigoso demais para mim, eu tenho medo, eu fujo, e é o que você está me forçando a fazer. Então, fui.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

"God if you can hear me out alright, please take these feelings for her inside, my chest hurts when i breathe tonight. " Anberlin.

Eu queria, por um minuto, não me importar com você. Eu queria, por dois minutos, te esquecer. Eu queria, por três minutos, sumir daqui. Eu queria, por quatro minutos, sair. Eu queria, por cinco minutos, poder sorrir. Mas é sempre no sexto minuto, que a minha paz acaba. Eu não sei se te amo ou se te odeio, na verdade, quando você está perto eu não sei de nada. Eu me deixo levar, por suas doces frases ilusórias. Eu me odeio por isso, mas não tanto quando eu odeio sentir.
Eu queria, por um dia, não te comparar com o sol. Eu queria, por dois dias, não lembrar do seu sorriso. Eu queria, por três dias, não sentir sua falta. Eu queria, por quatro dias, não te imaginar com ela. Eu queria, por cinco dias, me sentir segura e amada. Mas é no sexto dia, sempre no sexto dia, que você me traz de volta para o seu lado. Eu queria não mais te sentir aqui dentro. Só assim, esse aperto terrível em meu peito, iria embora e me deixaria viver bem.
Eu queria, não te ver como algo mais. Não sentir algo mais, por você. Eu queria não pensar em você, nos momentos bons. Eu queria não precisar mais das tuas palavras, nos momentos ruins. Eu queria não te sentir ao meu lado, afinal, você está longe. Eu não entendi o que você escreveu nas entrelinhas, eu não entendo quando você diz que me ama. Porque amar não é só isso, amar é mais do que falar. É fazer, mas você não faz. E eu, mesmo assim, acredito em você.
Eu nem pensava em conhecer alguém, e foi ai que você apareceu. Você não pediu licença, e eu me lembro do abraço e me lembro da sua voz no telefone. Lembro do seu olhar de compreensão e de quando você precisava de mim. Eu estava lá. Eu sempre vou estar lá. Eu não pensei que iria durar. Aquelas nossas brincadeiras, passaram dos limites. E você, está intacto. Mas eu, eu não!
Uma garota, que se julga por descolada e linda, tentou te tirar de mim. Mas você me jurou que não gostava daquele tipinho, e você me jurou que ninguém te roubaria de mim. Eu acredito. Ninguém pode roubar de mim, o que nunca foi meu. Eu sei, a culpa é minha, eu sabia dela desde o principio, mas mesmo assim, me deixei levar. Mas ela não parecia real, e não era. Mas de repente, ela surgiu e me destruiu. E você, nem se importou. Declaro então, que vou te esquecer. Não sei como, mas vou. E quando você menos esperar, vou estar longe da sua vida, e você não vai ter tempo de me alcançar. Eu ainda tenho forças, para fugir de você, e mesmo que não tivesse, eu juntaria. This is our last goodnight.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Para Francine, Amanda e Leticia.

Eu sei que não tenho sido a melhor pessoa para vocês, e sei que acabei me afastando. Mas o meu problema, sou eu. Às vezes, ao vê-las sorrindo pra mim, eu me assusto. Eu não estou acostumada com tamanha sinceridade no olhar. Mas não ousem pensar que esqueci de vocês. O meu problema, como eu disse, sou eu. Eu tenho medo de depender de alguém, ou de que alguém dependa de mim. Eu queria dar 110% de mim, mas mal consigo dar 10%. Pedir perdão, tentar mudar, tudo é tão fácil de falar. E eu não quero prometer, para depois quebrar.
Sempre fazer as mesmas coisas com vocês, juro que não me importo, eu me importo com a felicidade de vocês. E é por isso que eu me afasto, eu tenho medo de não fazer de vocês, que são minhas melhores amigas do mundo, felizes. Eu tenho medo de ser a pior amiga do mundo, e é por isso que eu corro para longe de vocês. Com a esperança de que, quem sabe, vocês possam me odiar. Prefiro chorar, do que arrancar uma lágrima de vocês.
A questão aqui é que eu AMO vocês. (L)

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

se só o que nos restou foi um: "apesar dos apesares...". Desculpa, eu não posso mais.

sábado, 30 de janeiro de 2010

Venha até mim, devolva meu coração e vá embora. Não me olhe com aquela carinha de que precisa de mim e também não fale nada. Eu já estou cansada, surrada. De repente eu acordei do erro que você é, mas com vontade de ir até o fim. Se é que existe um fim. Você é um erro tão bom de cometer. Sua pele morena, seus olhos negros junto ao brilho que consigo arrancar deles. É um sinal do seu coração para mim, aquele brilho é como uma voz me dizendo para não desistir ainda de você. E não vou. Você se engana tão fácil, se prende a pessoas erradas e eu sofro. Não posso te ajudar, só posso amar. Amar o que você já foi. Aos poucos vou me despedindo do que há de você em mim. Uma hora ou outra vou ter que seguir em frente. E te deixar. Só que NUNCA duvide, nem meio segundo, do quanto eu te amo e amei. Porque é com você que eu gasto todo o meu amor, toda a minha força e esperança. Mas uma hora vou ter que crescer e seguir a diante. Vou tentar me lembrar de você como algo bom que já passou. Só te digo uma coisa: eu sei que você também lembra de mim, nem que seja por um misero segundo, mas você pensa em mim. Pois no fundo você sabe, que eu fui à única pessoa que te amou pelo que você carrega dentro de ti e não dentro do teu bolso. Eu ainda te amo, mas não sei até quando vou te esperar. Não me liga, venha até aqui e me abrace. Eu gosto da sua voz, mas agora eu preciso do teu silêncio, mas entre meus braços.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Tenho esperado, ansiosamente, pelo momento em que vou te ouvir dizer: ‘eu também amo você!’. Mas, sinceramente? Já estou cansada de esperar. Estou vencida pela minha dor, estou só e, quase, não sinto o latejo do meu coração. Você me beijou, VOCÊ, não eu. Mas por quê? Por que diabos você fez isso? Como ousa ser tão importante assim? Deságua em meu coração cada palavra sua. Cada beijo e cada toque, que só de lembrar, me faz sonhar, mas de repente eu acordo e me vejo cansada. Cansada de esperar que minha, nossa, fotografia faça jus ao teu criado-mudo. Acontece que cansei de mim, acontece que cansei de meu coração, acontece que cansei de amar, acontece que cansei da solidão, acontece que cansei da saudade, acontece que queria poder cansar-me de ti. Mas você aplicou algo em mim que, não quer sair, desgrudar, me deixar. Mas eu grito: ‘Sai!’.

Como ousar vir aqui, dizer que ainda gosta de mim, e depois correr? Como ouso a ti me prender? Não vivo esse amor, é ele que vive em mim, é ele que me quer.