sábado, 20 de março de 2010
sábado, 20 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
sábado, 30 de janeiro de 2010
Venha até mim, devolva meu coração e vá embora. Não me olhe com aquela carinha de que precisa de mim e também não fale nada. Eu já estou cansada, surrada. De repente eu acordei do erro que você é, mas com vontade de ir até o fim. Se é que existe um fim. Você é um erro tão bom de cometer. Sua pele morena, seus olhos negros junto ao brilho que consigo arrancar deles. É um sinal do seu coração para mim, aquele brilho é como uma voz me dizendo para não desistir ainda de você. E não vou. Você se engana tão fácil, se prende a pessoas erradas e eu sofro. Não posso te ajudar, só posso amar. Amar o que você já foi. Aos poucos vou me despedindo do que há de você em mim. Uma hora ou outra vou ter que seguir em frente. E te deixar. Só que NUNCA duvide, nem meio segundo, do quanto eu te amo e amei. Porque é com você que eu gasto todo o meu amor, toda a minha força e esperança. Mas uma hora vou ter que crescer e seguir a diante. Vou tentar me lembrar de você como algo bom que já passou. Só te digo uma coisa: eu sei que você também lembra de mim, nem que seja por um misero segundo, mas você pensa em mim. Pois no fundo você sabe, que eu fui à única pessoa que te amou pelo que você carrega dentro de ti e não dentro do teu bolso. Eu ainda te amo, mas não sei até quando vou te esperar. Não me liga, venha até aqui e me abrace. Eu gosto da sua voz, mas agora eu preciso do teu silêncio, mas entre meus braços.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Tenho esperado, ansiosamente, pelo momento em que vou te ouvir dizer: ‘eu também amo você!’. Mas, sinceramente? Já estou cansada de esperar. Estou vencida pela minha dor, estou só e, quase, não sinto o latejo do meu coração. Você me beijou, VOCÊ, não eu. Mas por quê? Por que diabos você fez isso? Como ousa ser tão importante assim? Deságua em meu coração cada palavra sua. Cada beijo e cada toque, que só de lembrar, me faz sonhar, mas de repente eu acordo e me vejo cansada. Cansada de esperar que minha, nossa, fotografia faça jus ao teu criado-mudo. Acontece que cansei de mim, acontece que cansei de meu coração, acontece que cansei de amar, acontece que cansei da solidão, acontece que cansei da saudade, acontece que queria poder cansar-me de ti. Mas você aplicou algo em mim que, não quer sair, desgrudar, me deixar. Mas eu grito: ‘Sai!’.
Como ousar vir aqui, dizer que ainda gosta de mim, e depois correr? Como ouso a ti me prender? Não vivo esse amor, é ele que vive em mim, é ele que me quer.